O rigor das baixas temperaturas exige cuidados que vão além do guarda-roupa humano, estendendo-se diretamente aos animais de estimação. A hipotermia em pets é uma condição clínica grave que se manifesta quando a temperatura retal do cão ou gato atinge marcas inferiores a 37,2°C. Especialistas alertam que o monitoramento constante do comportamento do animal é o primeiro passo para evitar complicações severas de saúde durante os dias mais frios do ano.

Caso o tutor identifique sinais de resfriamento extremo, a primeira medida imediata deve ser retirar o animal do ambiente externo. É fundamental transferi-lo para um local interno, seco e totalmente protegido das correntes de vento. Em seguida, toda a umidade da pelagem precisa ser removida com o auxílio de toalhas secas, envolvendo o pet em cobertores ou mantas logo após esse procedimento.

O aquecimento do bicho de estimação deve ocorrer de forma gradual e indireta para evitar acidentes. A recomendação profissional, compartilhada pelo perfil @SaPetSitter, orienta o uso de bolsas de água morna ou mantas aquecidas previamente na secadora, sempre envoltas em tecidos. O contato direto de fontes de calor com a pele do pet é totalmente contraindicado devido ao alto risco de queimaduras térmicas.

Para os animais que se encontram conscientes e alertas, a oferta de pequenas quantidades de água morna auxilia na regulação interna do organismo. Contudo, veterinários ressaltam que as medidas de estabilização térmica realizadas em casa servem apenas como primeiros socorros. A avaliação de um médico veterinário continua sendo indispensável para garantir a total recuperação do paciente.

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